Imagem: IA/Gemini

Autor: Patrícia Loureiro Steffanello

Sócia-fundadora da Life Marketing e Comunicação

Copywriter, Especialista em Neuromarketing e Marketing Estratégico 

@patisteffanello | 💼 www.lifecomunicacao.com.br

20 de janeiro de 2026
Crônica sobre o Orkut e as lições que ele deixou para o marketing digital no Brasil: pertencimento, comunidades, autenticidade, boca a boca e conexões reais antes dos algoritmos.
8 de janeiro de 2026
Cartórios lançam o e-Not Provas, serviço que permite registrar conteúdos digitais com fé pública. Entenda como funciona a ferramenta, por que ela fortalece a prova digital e quais impactos traz para disputas judiciais e segurança jurídica.
17 de dezembro de 2025
A Reforma Tributária 2026 traz mudanças nos anúncios digitais: Meta terá repasse de impostos, Google entra em fase de teste e TikTok exige atualização cadastral obrigatória.
17 de dezembro de 2025
A OAB avança na atualização do provimento de marketing jurídico, com novas regras para redes sociais, vídeos, anúncios e uso de IA na advocacia.
25 de setembro de 2025
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22 de setembro de 2025
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22 de setembro de 2025
Apesar do avanço das estratégias digitais, a ética permanece como norte do marketing jurídico.
12 de setembro de 2025
Na véspera, mandei uma mensagem para o WhatsApp da loja pedindo um orçamento.
29 de maio de 2025
Mesmo sendo da área, quase caí num golpe durante o lançamento de infoproduto As pessoas realmente não têm mais paz, principalmente no mundo digital. Com tantos avanços tecnológicos, a cada dia surgem novas formas de aplicar golpes, e os alvos, agora, não são apenas os desavisados, mas até mesmo os que trabalham na área. Digo isso com propriedade porque quase fui vítima de um golpe muito bem articulado durante uma campanha de Black Friday. Tudo começou quando fui impactada por um anúncio de um infoprodutor da minha área de atuação. A oferta me chamou a atenção: tratava-se de um lançamento relevante, com conteúdos que me interessavam e poderiam agregar ao meu trabalho. Fiz o cadastro normalmente e, como de praxe, fui direcionada ao grupo oficial do expert no WhatsApp para receber as comunicações. Até aí, tudo certo. O problema começou logo após minha entrada no grupo. Fui chamada no privado por um número que supostamente era da equipe comercial do infoprodutor. A mensagem dizia que meu número havia sido selecionado entre 100 pessoas para receber acesso vitalício a todos os produtos do especialista antes de todo mundo. Segundo eles, o valor original de todos os cursos somados ultrapassava R$ 5 mil, mas, como parte da ação promocional, estavam oferecendo tudo por R$ 497, com validade de apenas 30 minutos. Até aí, eu já estava desconfiada, afinal, conheço o mercado e sei que esse tipo de acesso dificilmente seria ofertado assim, de forma tão aleatória. Mas os golpistas foram além. Recebi um áudio com a voz do próprio infoprodutor, reforçando a urgência da oferta. Só que, na verdade, era um áudio gerado por inteligência artificial. A manipulação foi tão convincente que por alguns minutos eu duvidei da minha própria experiência. Cliquei no link enviado e fui direcionada para um checkout aparentemente profissional. Mas aí vieram os sinais vermelhos: a única forma de pagamento disponível era via PIX. Nada de cartão, boleto ou qualquer outra opção comum em plataformas consolidadas como Hotmart, Eduzz ou Sympla. Foi nesse momento que resolvi parar e olhar com mais calma. O link no navegador não era de uma plataforma confiável, e, mesmo assim, poucos minutos depois o número me chamou de novo, perguntando se eu já tinha realizado o pagamento. Quando respondi que havia desistido, nunca mais recebi retorno. Em seguida, entrei em contato com a equipe oficial do expert, e veio a confirmação: sim, golpistas estavam se passando por membros da equipe, infiltrados no grupo para aplicar esse tipo de fraude. A partir desse episódio, resolvi compartilhar minha experiência, porque, se eu que trabalho com esse tipo de produto, quase caí, imagina quantas pessoas podem estar sendo enganadas por esse esquema? O que observar para não cair nesse tipo de golpe: Verifique o domínio do site no navegador. Plataformas confiáveis usam endereços com final . com.br ou domínios já consolidados no mercado. Cuidado com variações como ".net", ".store", ".info". Desconfie de preços baixos demais. Se a oferta for muito boa para ser verdade, desconfie. Pode ser um sinal claro de golpe. Pagamentos só via PIX? Desconfie. Infoprodutos sérios oferecem gateways de pagamento com múltiplas opções (cartão, boleto, parcelamento). Confirme se o produto será entregue por e-mail. Essa é uma prática comum e segura nas plataformas reconhecidas. Nunca clique em links vindos de fontes não verificadas, especialmente em mensagens privadas ou disparos no WhatsApp. Nunca envie dados pessoais, senhas ou códigos via mensagem. Equipes profissionais nunca pedem esse tipo de informação fora do ambiente de checkout. Tenha antivírus instalado e mantenha seus dispositivos atualizados. Desde a pandemia de 2019, a digitalização do consumo de conteúdo disparou, e com ela vieram também os oportunistas. A cada nova estratégia de marketing legítima, parece que os golpistas estão logo atrás, replicando os métodos com intenções criminosas. Por isso, a regra é simples, mas vital: desconfie. Tenha cautela, verifique os detalhes, questione a urgência. Se tiver dúvidas, procure ajuda de alguém com experiência ou entre em contato diretamente com o infoprodutor pelos canais oficiais. E acima de tudo, denuncie. Reportar esses casos ao Procon e aos canais apropriados pode evitar que mais pessoas sejam enganadas. Afinal, no mundo digital de hoje, informação é nossa melhor defesa.
Por Guilherme Life 26 de maio de 2025
E se eu te disser que logotipo não é marca? Um advogado criminalista renomado é convidado para palestrar em uma universidade. Ele chega elegante, com um logotipo moderno no cartão de visitas e um site visualmente impecável. Tudo indica profissionalismo. Mas quando começa a falar, o discurso é confuso. Ele responde mal às perguntas, demonstra impaciência e desinteresse. O resultado? Ninguém lembra do logotipo. Mas todos saem com uma sensação clara: decepção. Essa história, embora fictícia, revela uma verdade profunda: a marca de um escritório jurídico não se resume à sua estética, ela se revela na experiência que entrega. Muitos profissionais ainda associam “marca” exclusivamente à identidade visual. Mas isso é apenas a superfície. Pense na marca como uma sinfonia: o logotipo é apenas um dos instrumentos. O que realmente importa é a harmonia entre todos os elementos, desde o tom das comunicações até a forma como o cliente é atendido no primeiro contato. Ou, melhor ainda, pense em uma marca como você pensa em uma pessoa. Quando descrevemos alguém que admiramos, falamos do estilo de roupa? Ou do jeito como ela nos faz sentir? Com escritórios de advocacia é a mesma coisa: a marca é construída a partir da experiência que ela entrega, não apenas da imagem que ela projeta. Na advocacia, a confiança é a base de tudo A marca, para o advogado, precisa ir além do visual. Ela deve expressar posicionamento, clareza e coerência. Um exemplo: um escritório que se apresenta como “especialista em direito previdenciário” precisa comunicar isso em todos os pontos de contato, do Instagram ao atendimento no WhatsApp, do conteúdo no blog ao tempo de resposta por e-mail. Se há ruído nessa comunicação, a confiança se desfaz. E sem confiança, não há contratação. Reflita: como está a marca do seu escritório? Ao invés de perguntar “como está meu logotipo?”, experimente se fazer perguntas mais amplas e estratégicas: O que meus clientes dizem sobre meu escritório quando eu não estou presente? Que tipo de sentimento minha marca transmite? Estou comunicando com clareza e consistência? O público que quero atrair se sente representado pela minha presença online? Se as respostas forem vagas, talvez seja hora de repensar o conceito de marca no seu escritório. Marca é construção. E construção exige intenção. Construir uma marca sólida exige estratégia, sensibilidade e coerência. Não é sobre beleza, é sobre verdade. Quando todos os elementos do seu escritório comunicam a mesma essência, a confiança cresce naturalmente. E lembre-se: as marcas mais fortes não são lembradas pelo design, mas pela experiência que causam.
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